Cinema Paradiso - Silvia Almeida - AHR

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Cinema

Cinema Paradiso

A magia do cinema

Silvia Almeida


Que encanto é esse que nos faz esquecer de nossas vidas por instantes, nos desligando do mundo real e nos transportando para um mundo de aventura, comédia, tragédia, romance, drama, suspense ou terror toda vez que vamos ao cinema?

São algumas poucas horas de pleno êxtase que um filme nos proporciona, mas somos de tal maneira sugados pela história mostrada pela tela, que só nos lembramos de estar em uma sala de cinema quando as luzes se acendem.

Essa paixão pelo cinema é até mesmo discutida nos próprios filmes, fazendo da Sétima Arte uma metalinguagem. É o caso do apaixonante Cinema Paradiso (1988), longa com um toque autobiográfico do diretor italiano Giuseppe Tornatore.

A história se passa num vilarejo da Sicília, nos anos 1950, em meio à Segunda Guerra Mundial. Na época não havia ainda a televisão e as pessoas costumavam ir mais ao cinema. O “Cinema Paradiso” era, então, o ponto de encontro das pessoas na cidade, inclusive do pequeno Totó com o projecionista Alfredo.


Mas Totó não via o cinema somente como entretenimento. Uma estranha fascinação o atraía para o “Cinema Paradiso”, que deu início a uma bela amizade com Alfredo, aquele homem muitos anos mais experiente. Além de ser o pai substituto de Totó, ele lhe ensinou o verdadeiro amor pela Sétima Arte.

Cinema Paradiso é um filme que nos mostra que o cinema é capaz de unir gerações. Como Totó, muitos de nós aprendemos a apreciar o cinema com nossos pais ou avós, com amigos ou talvez um Alfredo que nos propicie essa deliciosa arte de sonhar.


Silvia Almeida
é formada em Jornalismo e Letras. Trabalha como revisora, ajustando mais os textos alheios do que criando os próprios.
Contato: [email protected]


 
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